terça-feira, agosto 22, 2006
Sonhosonhosonho!
sonho.
sonho.
sonhosonhosonhosonhosonho.....
Primeiro devagar, mais rápido, mais rápido.. Nao páres para respirar. Quando dás conta...
nhosonhosonhoso...já nao sao palavras aquilo que estás a dizer...
sao pedacos de sons mágicos que se misturam agora com a triste realidade e a tornam mais bela!
sexta-feira, agosto 04, 2006
sensações
Escolher faz parte da vida. Como se ela fosse tão simples quanto a pele de galinha que se levanta ao sabor do vento....
sensações de uma noite de verão sentada à janela...
quinta-feira, julho 27, 2006
terça-feira, julho 25, 2006
I may not always love you
But long as there are stars above you
You never need to doubt it
I'll make you so sure about it
God only knows what I'd be without you
If you should ever leave me
Though life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me
God only knows what I'd be without you
God only knows what I'd be without you
If you should ever leave me
Well life would still go on believe me
The world could show nothing to me
So what good would living do me
God only knows what I'd be without you
Um filme excelente que nos mostra que viver vale sempre a pena... :)
quarta-feira, junho 21, 2006
sexta-feira, abril 28, 2006
coffee and cigarettes...part II
domingo, abril 23, 2006
Todo o amor do mundo não foi suficiente...
Todo o amor do mundo não foi suficiente porque o amor não serve de nada.
Ficaram só os papéis e a tristeza, ficou só a amargura e a cinza dos cigarros e da morte.
Os domingos e as noites que passámos a fazer planos não foram suficientes e foram demasiados porque hoje são como sangue no teu rosto, são como lágrimas.
Sei que nos amámos muito e um dia, quando já não te encontrar em cada instante, cada hora, não irei negar isso.
Não irei negar nunca que te amei.
só porque acho bonito...e porque todos nós já sentimos isto pelo menos uma vez na vida....
sexta-feira, abril 21, 2006
como se o mundo adormecesse...
Pára! Mexe-te devagar. De preferência? Não te mexas de todo. Mas se tiver mesmo que ser, que seja lentamente. O lençol sobe e desce quando respiras e a almofada também se mexe quando expiras. São movimentos sincronizados no tempo. Sobe, desce e mexe...e assim sucessivamente....
Mas o importante é não falar. A voz faz eco e o eco repete-se até às profundezas da terra...e ela pode acordar...
E eu não quero que ela acorde e nos arraste de novo para o meio de multidões agitadas. Elas respiram rápido demais, quase não sentem o sabor do ar.... o ar sabe às nuvens que caem do céu, sabias?
No meio da multidão tu não te podes deitar a meu lado....
silêncio.
sábado, abril 01, 2006
terça-feira, fevereiro 28, 2006
"Mas porquê?!"
domingo, fevereiro 19, 2006
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Silêncio...

"Experimenta falar sem mexer os lábios...consegues?"
Tenta agora, por breves segundos, transmitir as tuas ideias sem usares uma única palavra, sem emitires um único som...
As palavras são barreiras na comunicação entre as pessoas... são travões ao verdadeiro entendimento...
Sentimentos, sensações...não deveriam ser transmissíveis por palavras... Amor? O que é de facto o «Amor»??? É um A-M-O-R...e nada mais...
Mas o sentimento, esse é para ti algo completamente diferente do que é para mim, do que é para este ou para aquele... o «Amor» tem biliões e biliões de formas diferentes contudo continuamos sempre a chamar-lhe apenas e só «Amor»....
Diz-se por aí que o silêncio vale por vezes mais do que 1000 palavras...eu diria que 1000 muitas das vezes é pouco...
segunda-feira, janeiro 16, 2006
sociedade-telegrama
Hoje ouvi na rádio um daqueles "vale a pena pensar nisto" curiosamente deixei-me ficar a pensar...O mote lançado foi: É preciso encontrar a graça no comum.
Deixei-me ficar a pensar o quão verdadeira consegue ser esta frase, à partida insignificante. Cada vez mais as pessoas querem uma sociedade em forma de telegrama. Curta. Directa. Rápida. Sem grandes rodeios. Sem grandes filosofias. É preciso pensar e agir rápido...Pensar assumiu-se como sinónimo de racionalizar. É quase um pensar não pensando, mas já agindo...
A senhora na rádio dizia que as pessoas de hoje em dia buscam incessantemente a novidade. Novidade = não-rotina. Será?
O verde faz parte da nossa vida diária, pequenos salpicos verdes na nossa já habitual aguarela citadina. Mas quantos de nós já saboream o prazer de se deitar na relva fresca e comum do nosso dia-a-dia?
domingo, janeiro 15, 2006
apud. Alberto Caeiro
ou de não dever ser assim.
Dizes que todos sofrem, ou a maioria de todos,
com as cousas humanas postas desta maneira.
Dizes que se fossem diferentes, sofreriam menos.
Dizes que se fossem como tu queres, seria melhor.
Escuto sem te ouvir.
Para que te quereria eu ouvir?
Ouvindo-te nada ficaria sabendo.
Se as cousas fossem diferentes, seriam diferentes: eis tudo.
Se as cousas fossem como tu queres, seriam só como tu queres.
Ai de ti e de todos que levam a vida
a querer inventar a máquina de fazer felicidade!"
Alberto Caeiro
quarta-feira, janeiro 04, 2006
quinta-feira, dezembro 22, 2005
orvalho Parte II
e esquece nesse momento que fazes de parte de um mundo onde as únicas gotas que escorrem simbolizam o cansaço...
esquece que nesse mundo não há espaço para ser...(simplesmente ser!)
esquece que nesse mundo a transparência semelhante à de uma gota da madrugada é defeito condenável...
as gotas de orvalho sabem a vida...
segunda-feira, dezembro 19, 2005
Mona Lisa
Por trás de um vidro transparente, incolor. Mantem-se intacto..o sorriso...centenário de Mona Lisa. Quantos já o olharam? Quantos continuarão a cruzar o seu olhar com o dela?
Mona Lisa...ela sorrirá sempre, com o seu olhar pregado a uma parede infinita e vazia.
O seu sorriso é insípido e triste...é um sorriso de museu: jamais correspondido, jamais violado.
Na verdade o nosso mundo é um Louvre disfarçado...cheio de maravilhas monumentais e, por isso, intocáveis.
Eu?
Neste Louvre à escala mundial serei sempre e apenas mais uma Mona Lisa.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
devaneios....

tenho a garganta seca de tanto falar...
de tanto gritar...
dói.
e o ar arranha...como os espinhos esquecidos
naquela rosa vermelho-sangue
esquecida no meio do jardim.
tenho a garganta
e não consigo mais falar
e também não quero pensar...
pensar faz querer
dizer
o que a garganta não deixa.
se as palavras tentam sair
e o ar insiste em entrar permanece, sempre
o mais vital...
se bem que muitas das vezes...(senão
quase todas!)
São as palavras que têm maior importância...
mas isso não importa para a lei da natureza!
respirar...é uma vontade do corpo
não da alma...










