
Don't just stand there starring......
Fix me.
foto: http://www.flickr.com/photos/slutty_pimp/2448533644/
Em qualquer aventura o importante é partir e nao chegar...
Fico cá fora à espera que adormeças. Não quero que amanhã te lembres que violei o teu sono pelo prazer da palma da tua mão.
É tão diferente este lugar agora
É tão diferente este lugar assim
Esquecido no silêncio da nossa ausência
Já não
É tão diferente este lugar agora
Distante no tempo em que o descobri
E hoje aqui agora chego e não vejo o que vi
Parece até que a memória faz pouco de mim
E nunca vai mudar
Dizias tu
Nem o tempo há-de apagar este momento em mim
Enchias os meus olhos de luz
Dizias tu
Quantas vezes voltei para te procurar?
Já nem
Sei bem
Ao certo
Nunca vai mudar
Dizias tu
Nem o tempo há-de apagar este momento em mim
Enchias os meus olhos de luz
Dizias tu
foto extraída de: http://olhares.aeiou.pt/espero_por_ti___cristina_nava_foto1842225.html








São pessoas normais como nós e toda a gente que caminham as mesmas ruas, frequenta os mesmos espaços. Aparentemente. Mas só aparentemente. Os criadores de monstros têm um trabalho vitalício que os ocupa 24 horas por dia e sete dias por semana lá na oficina do pensamento. Peça por peça, vão criando, magicando um pequeno monstrinho. Sozinho. O criador de monstros é um ser solitário. E é ela – a solidão – que alimenta o monstro que ele cria, que lhe dá força, carisma e independência. Egocêntrico. O criador de monstros gosta de si e reconhece (ou será todo esse reconhecimento mera fantasia sua?) que o mundo, as pessoas que o rodeiam não são, não dão, não fazem o suficiente. Nunca é suficiente. O descontentamento é a matéria-prima do nosso criador de monstros. Mas…
No final, o monstro já criado – feio, pavoroso, diabólico – é chegada a conclusão: não existe espaço no mundo para ele. O criador de monstros esconde-o debaixo da sua cama. Por vergonha? Por gozo? O criador de monstros não cria monstros para os outros. Não, ele não quer mal a ninguém… senão a ele próprio. Ele cria os monstros para si, para sua própria companhia. Porque ás vezes é melhor sentir tristeza, dor, indiferença do que não sentir nada de nada.







